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quinta-feira

Édipo-Rei

Sófocles

Personagens


O REI ÉDIPO
O SACERDOTE
CREONTE
TIRESIAS
JOCASTA
UM MENSAGEIRO
UM SERVO
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Platão - Livro O Banquete

Nele Platão narra uma orgia festiva na casa de Agaton. Estavam presentes a esse banquete, entre outras pessoas, Aristodemo, amigo e discípulo de Sócrates; Fedro, o jovem retórico; Pausânias; o médico Eriximaco; Aristófanes, o comediante que ridicularizava Sócrates e o político Alcibíades.
Estava também presente o velho Sócrates. Devido ao exagero cometido na festa do dia anterior, sobretudo o excesso de bebida, fatigara os convidados de Agaton. Pausânias propôs então que em lugar de beberem, ficassem ali a conversar, a discutir ou que cada um fizesse algo "diferente". Essa proposta de Pausânias foi aceita por todos. 


Ao que Eriximaco acrescentou que se fizesse elogios a Eros, no qual os convidados deveriam fazer um discurso para louvar o amor, porém Sócrates, um dos presentes, resolve que antes de falar sobre o bem que o amor causa e seus frutos deveriam definir antes o que é o amor. Há uma passgem sobre o significado do amor


Sócrates é o mais importante dentre os homens presentes. Ele diz que na juventude foi iniciado na filosofia do amor por Diotima de Mantinea, que era uma sacerdotisa. Diotima lhe ensinou a genealogia do amor.




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Platão - Livro Górgias

GÓRGIAS

I — Na guerra e no combate, Sócrates, segundo o provérbio, é que é preciso proceder
dessa maneira.

Sócrates — Será que chegamos atrasados e, como se diz, depois da festa?

Cálicles — Sim, e uma festa citadina! Agora mesmo, Górgias nos expôs um mundo de
coisas belas.

Sócrates — A culpa, Cálicles, é do nosso amigo Querefonte, que nos reteve na ágora.

Querefonte — Não faz mal, Sócrates; vou reparar o dano. Como amigo meu, que é,
Górgias falará para nós, ou agora, ou noutra ocasião, conforme preferires.

Cálicles — Que estás dizendo, Querefonte! Sócrates deseja ouvir Górgias?



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Platão - Livro Filebo

FILEBO

I - Sócrates - Então vê, Protarco, em que consiste a tese de Filebo, cuja defesa vais fazer, e
também a nossa, que terás de contestar, no caso de não a aprovares. Queres que recapitulemos as
duas?

Protarco - Perfeitamente.

Sócrates - Ora bem: o que Filebo afirma, é que, para todos os seres animados, o bem
consiste no prazer e no deleite, e tudo o mais do mesmo gênero. De nossa parte, defendemos o
princípio de que talvez não seja nada disso, mas que o saber, a inteligência, a memória e tudo o
que lhes for aparentado, como a opinião certa e o raciocínio verdadeiro, são melhores e de mais
valor que o prazer, para quantos forem capazes de participar deles, e que essa participação é o
que há de mais vantajoso pode haver para os seres em universal, presentes e futuros. Não foram
esses pontos, Filebo, mais ou menos, que cada um de nós defendeu?


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Platão - Livro Fédon - Fedão

FEDÃO

I – Estiveste tu mesmo, Fedão, junto de Sócrates no dia em que ele tomou veneno na
prisão, ou ouviste de alguém?

Fedão – Não, eu mesmo, Equécrates.

Equécrates – Então, que disse o homem antes de morrer? E como foi a sua morte?
Gostaria de saber tudo o que se passou. Recentemente, nenhum cidadão de Fliunte tem ido
a Atenas, e há muito não nos vêm de lá forasteiros capazes de dar-nos informações seguras,
salvo dizerem que morreu depois de tomar o veneno. Quanto ao mais, nada informam de
particular.

Fedão – E também não ouviste contar como foi o julgamento?

Equécrates – Ouvimos, sim; alguém nos falou nisso. Surpreendeu- nos, justamente,
ter sido bem antes o julgamento e ele só vir a morrer muito depois. Que aconteceu, Fedão?


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Aristóteles - Livro A Política


Prefácio

Só penetramos bem as obras próximas de nós mesmos ou de nosso
tempo, pelo menos por algum aspecto.

Igualmente, só se amam os escritos cujo autor nos atrai por seu caráter e
por seu exemplo. Ora, Aristóteles, com a extrema dignidade de vida, a nobreza
de pensamento, o gosto por um justo equilíbrio, é para nós, por toda a sua
personalidade, um reconforto.

Com efeito, foi possível classificá-lo não apenas entre os "grandes
espíritos", mas também entre os "grandes corações". Na coleção de biografias
- quase de hagiografias - que levava este título, M. D. Roland-Gosselin chega a
esta conclusão um tanto inesperada: "Decididamente, não é demais dizer que
Aristóteles foi um excelente marido, um pai afetuoso e devotado, um bom
homem." Ela ilumina com uma luz bastante simpática a fisionomia do Estagirita,
cuja vida, na medida em que a conhecemos exatamente, revela poucos
acontecimentos e, afora a educação de Alexandre, é carente dos grandes
cargos que não raro acompanham os grandes livros consagrados ao Estado e
a seu governo.


Livro Completo

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Aristóteles - Livro Arte Poética

CAPÍTULO I

Da Poesia e da imitação segundo os meios, o objeto e o modo de imitação


Nosso propósito é abordar a produção poética em si mesma e em seus diversos gêneros, dizer qual a
função de cada um deles, e como se deve construir a fábula visando a conquista do belo poético; qual o
número e natureza de suas (da fábula) diversas partes, e também abordar os demais assuntos relativos a
esta produção. Seguindo a ordem natural, começaremos pelos pontos mais importantes.

2. A epopéia e a poesia trágica, assim como a comédia, a poesia ditirâmbica, a maior parte da aulética e
da citarística, consideradas em geral, todas se enquadram nas artes de imitação.

3. Contudo há entre estes gêneros três diferenças: seus meios não são os mesmos, nem os objetos que
imitam, nem a maneira de os imitar.

4. Assim como alguns fazem imitações em modelo de cores e atitudes —uns com arte, outros levados
pela rotina, outros com a voz –, assim também, nas artes acima indicadas, a imitação é produzida por
meio do ritmo, da linguagem e da harmonia, empregados separadamente ou em conjunto.



L:ivro Completo

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